Mais vale viver feliz na ilusão, do que viver numa triste realidade!
Mais vale ser um feliz iludido, do que um miserável realista!
26 agosto 2010
17 agosto 2010
Não acreditem em tudo o que vos dizem.
Trabalhava num local e tive duas colegas que estudavam no Instituto Superior para onde me queria candidatar. E elas avisaram-me com semblante grave, - quando tiveres o professor fulano tal, vai ser horrível! Uma delas contou histórias mirabolantes sobre o tirano professor.
Acabei por ir estudar nesse Instituto e no 1º ano continuava a ouvir histórias bastante negativas sobre o tal professor. A cadeira que ele leccionava era a mais importante do curso, porque se não tivéssemos um bom aproveitamento não passávamos para o 3º ano. E quantos chumbavam! Caíam como tordos!
Lembro-me do momento em que entrei na 1ª aula dele, antes do tempo, com as batidas aceleradas do coração. Sentei-me na primeira fila com apreensão. Olhei para a sua figura invulgar e imponente. A aula começa, e começou um acto, um acto de amor. Que profissional maravilhoso! Que professor extraordinário! Não percebi porque tantos o “odiavam e temiam”, porque eu, admirei-o, considero-o um dos melhores professores que já tive. Exigente, organizado, justo, eloquente e apaixonado por causas nobres e pela ética.
O meu aproveitamento foi acima da média e até nos tornamos próximos.
Dá o que pensar, não?
Cuidado com o que ouvem por aí.
Acabei por ir estudar nesse Instituto e no 1º ano continuava a ouvir histórias bastante negativas sobre o tal professor. A cadeira que ele leccionava era a mais importante do curso, porque se não tivéssemos um bom aproveitamento não passávamos para o 3º ano. E quantos chumbavam! Caíam como tordos!
Lembro-me do momento em que entrei na 1ª aula dele, antes do tempo, com as batidas aceleradas do coração. Sentei-me na primeira fila com apreensão. Olhei para a sua figura invulgar e imponente. A aula começa, e começou um acto, um acto de amor. Que profissional maravilhoso! Que professor extraordinário! Não percebi porque tantos o “odiavam e temiam”, porque eu, admirei-o, considero-o um dos melhores professores que já tive. Exigente, organizado, justo, eloquente e apaixonado por causas nobres e pela ética.
O meu aproveitamento foi acima da média e até nos tornamos próximos.
Dá o que pensar, não?
Cuidado com o que ouvem por aí.
14 agosto 2010
02 agosto 2010
Frases
"Tem mais presença em mim o que me falta."
Fonte desconhecida
" Em nossa casa a Bíblia, o Alcorão e a Bhagavad Gita, ficam lado a lado na prateleira."
Obama
Fonte desconhecida
" Em nossa casa a Bíblia, o Alcorão e a Bhagavad Gita, ficam lado a lado na prateleira."
Obama
27 julho 2010
Partilha
Li num blog que costumo seguir, que renunciando ou aceitando a eternidade sobra sempre a banalidade. Esta asserção deixou-me a pensar… não a contesto totalmente, mas falta algo, algo que conheço, algo que supera a aceitação, a aceitação da razão resignada.
E vivo a eternidade. E a tal da banalidade irritante que nos rodeia, não passa de banalidade que existe apartada do meu ser.
Também eu às vezes mergulho nela, na banal experiência do mundo, mas esse participar não afecta a minha experiencia do eterno, porque quando se vive nessa experiência, a banalidade não passa de mais um simples expressar da limitação humana, que perecerá, que cairá no esquecimento da própria eternidade.
Já tentei construir uma analogia materialista sobre a eternidade, para a poder partilhar e contribuir para o enriquecimento da vida banal que andam a viver a maioria dos humanos, porque desejo, do “fundo do meu coração eterno”, que mais a possam vivenciar, mas não tenho tido muito sucesso. Tenho dificuldades em expressar este sentimento de eternidade, aliás, nem sei se é sentimento, se é pensamento, se instinto, se fé, o certo é que o vivo, respiro e vibro.
No fundo não existem palavras, nem imagens que o possam descrever, este sentir.
Mas este sentir, ou seja lá o que for, é algo intrínseco, não existe lugar para lutas entre certezas e dúvidas, não existe lugar para a razão empírica e a abstracta, não existe lugar para a crença banal de querer acreditar em algo para se sentir mais seguro, é simplesmente. Impossível definir.
Mas usando as palavras banais dos humanos, viver na eternidade é uma “coisa” maravilhosa.
E que se **** a banalidade!
E vivo a eternidade. E a tal da banalidade irritante que nos rodeia, não passa de banalidade que existe apartada do meu ser.
Também eu às vezes mergulho nela, na banal experiência do mundo, mas esse participar não afecta a minha experiencia do eterno, porque quando se vive nessa experiência, a banalidade não passa de mais um simples expressar da limitação humana, que perecerá, que cairá no esquecimento da própria eternidade.
Já tentei construir uma analogia materialista sobre a eternidade, para a poder partilhar e contribuir para o enriquecimento da vida banal que andam a viver a maioria dos humanos, porque desejo, do “fundo do meu coração eterno”, que mais a possam vivenciar, mas não tenho tido muito sucesso. Tenho dificuldades em expressar este sentimento de eternidade, aliás, nem sei se é sentimento, se é pensamento, se instinto, se fé, o certo é que o vivo, respiro e vibro.
No fundo não existem palavras, nem imagens que o possam descrever, este sentir.
Mas este sentir, ou seja lá o que for, é algo intrínseco, não existe lugar para lutas entre certezas e dúvidas, não existe lugar para a razão empírica e a abstracta, não existe lugar para a crença banal de querer acreditar em algo para se sentir mais seguro, é simplesmente. Impossível definir.
Mas usando as palavras banais dos humanos, viver na eternidade é uma “coisa” maravilhosa.
E que se **** a banalidade!
14 julho 2010
Interessante
Li algures que a Deusa do Amor – Vénus – e o Deus da Guerra – Marte - tiveram um filho, o Deus do Medo. Quem diria!
É exactamente nestas duas circunstâncias em que costumamos ter medo, medo de amar e medo de morrer.
É exactamente nestas duas circunstâncias em que costumamos ter medo, medo de amar e medo de morrer.
05 julho 2010
Conversa da tasca
- Aahhh! Pessimista, eu?
- Sim, só porque foi e ainda é, não quer dizer que assim continuará.
- Eu sou é realista e tu um sonhador.
- Pois sim, sou aquele que é optimista e acredita que em toda a obra do homem, o objectivo é o melhoramento;
- Sim , nisso concordo, agora as armas são mais eficazes, matam milhares de uma vez,
- Não percebes e eu não consigo explicar-te…
- Pois, porque a realidade é esta, a humanidade é uma merda, sempre foi, não leste o livros de história, não vives neste mundo?
- Talvez não viva porque não me identifico com ele, como foi e está agora, mas lá para a frente, no mistério do futuro, ninguém sabe, e por não sabermos, nem eu , nem tu, nem ninguém pode dizer que vai ser igual ao que sempre foi.
- Lá estás tu com as tuas filosofias, é simples, é da natureza humana, não te iludas, esta é a realidade.
- Para ti, que não consegues ver outra, criar e realizar outra realidade… afinal, a realidade és tu que a crias.
- anyway, não te safas com esses argumentos da pomba da paz, da chama da esperança, deixas-me doente.
- A doença és tu que a crias, só estás doente porque assim o desejas.
- Já me estás a irritar com esta conversa, deixa-te de balelas e vamos engatar umas garinas.
- Refúgio bom, as garinas, bora lá.
- Sim, só porque foi e ainda é, não quer dizer que assim continuará.
- Eu sou é realista e tu um sonhador.
- Pois sim, sou aquele que é optimista e acredita que em toda a obra do homem, o objectivo é o melhoramento;
- Sim , nisso concordo, agora as armas são mais eficazes, matam milhares de uma vez,
- Não percebes e eu não consigo explicar-te…
- Pois, porque a realidade é esta, a humanidade é uma merda, sempre foi, não leste o livros de história, não vives neste mundo?
- Talvez não viva porque não me identifico com ele, como foi e está agora, mas lá para a frente, no mistério do futuro, ninguém sabe, e por não sabermos, nem eu , nem tu, nem ninguém pode dizer que vai ser igual ao que sempre foi.
- Lá estás tu com as tuas filosofias, é simples, é da natureza humana, não te iludas, esta é a realidade.
- Para ti, que não consegues ver outra, criar e realizar outra realidade… afinal, a realidade és tu que a crias.
- anyway, não te safas com esses argumentos da pomba da paz, da chama da esperança, deixas-me doente.
- A doença és tu que a crias, só estás doente porque assim o desejas.
- Já me estás a irritar com esta conversa, deixa-te de balelas e vamos engatar umas garinas.
- Refúgio bom, as garinas, bora lá.
Letra de Palma
"O tempo não sabe nada, o tempo não tem razão
O tempo nunca existiu, o tempo é nossa invenção
Se abandonarmos as horas não nos sentimos sós
Meu amor, o tempo somos nós
O espaço tem o volume da imaginação
Além do nosso horizonte existe outra dimensão
O espaço foi construído sem princípio nem fim
Meu amor, tu cabes dentro de mim
O meu tesouro és tu
Eternamente tu
Não há passos divergentes para quem se quer
Encontrar
A nossa história começa na total escuridão
Onde o mistério ultrapassa a nossa compreensão
A nossa história é o esforço para alcançar a luz
Meu amor, o impossível seduz
O meu tesouro és tu
Eternamente tu
Não há passos divergentes para quem se quer
Encontrar"
Jorge Palma
O tempo nunca existiu, o tempo é nossa invenção
Se abandonarmos as horas não nos sentimos sós
Meu amor, o tempo somos nós
O espaço tem o volume da imaginação
Além do nosso horizonte existe outra dimensão
O espaço foi construído sem princípio nem fim
Meu amor, tu cabes dentro de mim
O meu tesouro és tu
Eternamente tu
Não há passos divergentes para quem se quer
Encontrar
A nossa história começa na total escuridão
Onde o mistério ultrapassa a nossa compreensão
A nossa história é o esforço para alcançar a luz
Meu amor, o impossível seduz
O meu tesouro és tu
Eternamente tu
Não há passos divergentes para quem se quer
Encontrar"
Jorge Palma
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